O Brasil registra um aumento alarmante da intolerância religiosa, que atinge, em sua grande maioria, religiões de matriz africana, como a Umbanda e o Candomblé.
O nome disso é racismo religioso, e ele se manifesta também na disputa por territórios. Um exemplo dessa disputa é o avanço da mineração na Serra do Curral, aqui em Minas Gerais, que ameaça áreas sagradas para comunidades tradicionais quilombolas.
No meu mandato, tenho lutado contra o racismo religioso, enfrentando a mineração e também destinando recursos para o fortalecimento das comunidades tradicionais.
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