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Sobrepus os 205 assassinatos em conflitos de terra registrados pela CPT, RAMA, FETAEMA e CIMI (2019–2026) ao resultado municipal do 1º turno. O que aparece é um arco azul contínuo — Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, sul do Pará: a fronteira da soja, do boi, da serraria e do garimpo. É onde Flávio Bolsonaro faz 60–70%. E é onde mais se mata: 📍 Rondônia: Flávio 67%. Os 33 assassinados do estado morreram em municípios onde ele venceu. Todos.
📍 Roraima: 14 de 14 (Yanomami). Mato Grosso do Sul: 12 de 12 (Guarani-Kaiowá).
📍 Brasil: 53% das vítimas morreram em cidades de maioria dele — 62% dos sem-terra, 60% dos indígenas. Isso tem nome e data. Nos 4 anos de Jair Bolsonaro foram 132 assassinatos no campo — 65% de toda a série. Decretos de armas, zero desapropriação, zero terras indígenas homologada, zero territórios quilombolas titulado, 1.552 agrotóxicos liberados. A fronteira que vota no filho foi armada pelo pai. Paulo Paulino Guajajara. Sarapó Ka'apor. Edvaldo Pereira Rocha. Fernando dos Santos Araújo. Nenhum mandante condenado. Todos assassinados barbaramente! O voto da extrema direita atravessa o agronegócio, a pistolagem e a impunidade. Dia 25 é escolher de que lado desse mapa o Brasil fica. Democracia e direitos humanos: #LULA13JÁ
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