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7 DE SETEMBRO. INDEPENDÊNCIA PARA QUEM? Enquanto o país celebra a independência, o campo maranhense contabiliza 176 trabalhadores e trabalhadoras rurais, indígenas, quilombolas e quebradeiras de coco babaçu assassinados em conflitos agrários, fundiários e socioambientais entre 1964 e 2026. A Nova República acumula 92 dessas mortes. Consolidando os mandatos de cada governador, os 7 anos de Flávio Dino (2015–2022) somam 43 vítimas. Os 14 anos de Roseana Sarney (1995–2002 e 2009–2014) somam 17. E o ciclo mais letal por ano continua sendo o de Luís Rocha (PDS), na ditadura, com 43 assassinatos, entre 1983 e 1987. A impunidade é método. Em 157 casos documentados, 55,4% sequer tiveram inquérito policial instaurado. Há uma única condenação parcial em 62 anos. Nenhum mandante foi condenado.  #7DeSetembro #GritoDosExcluídos #IndependênciaParaQuem #ReformaAgrária #Maranhão #ConflitosNoCampo

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