A resposta da Justiça reafirma um princípio que sempre defendi: quem coloca vidas em risco no trânsito precisa ser responsabilizado.
Em 2022, a vida de Luísa Lopes foi interrompida de forma trágica. Uma jovem cheia de sonhos, que deixou uma família e amigos devastados pela dor da sua partida.
Como delegado e parlamentar, tenho trabalhado para fortalecer uma cultura de respeito à vida. A lei que aumenta a punição para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e causam mortes nasceu desse compromisso: bebida e direção não combinam. Quem tira uma vida no trânsito precisa responder por seus atos.
g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/202...
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