Os eventos extremos que atingiram o Rio Grande do Sul, São Paulo e o Rio de Janeiro mostram que a emergência climática já não pode ser tratada como um cenário futuro. É o presente cobrando vidas e infraestruturas.
Precisamos de planejamento, políticas públicas sérias voltadas para a prevenção e contenção de danos, e foco absoluto na proteção das populações mais vulneráveis. O papel do Estado é antecipar tragédias.
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