A educação brasileira não pode continuar sendo usada como instrumento de formação político-partidária de nossas crianças e adolescentes.
Combato esse problema há mais de uma década, não apenas no discurso, mas por meio de propostas concretas apresentadas durante minha atuação parlamentar.
Fui autor do projeto que instituiu o Programa Escola sem Partido, defendendo o direito do aluno de não ser submetido à propaganda político-partidária dentro da sala de aula e o direito das famílias de participarem ativamente da formação de seus filhos.
Também apresentei proposta de adesão a uma política de alfabetização baseada em evidências científicas, buscando priorizar métodos que efetivamente ensinem nossas crianças a ler e escrever.
Defendi ainda o homeschooling, garantindo às famílias a possibilidade de escolher a educação domiciliar dentro de regras estabelecidas e ampliando a liberdade dos pais sobre a formação educacional de seus filhos.
Durante a pandemia, propus reconhecer escolas públicas e privadas como serviços essenciais, porque sempre entendi que a educação não pode ser colocada em segundo plano.
Também apresentei iniciativas para preservar o correto ensino da língua portuguesa e combater alterações ideológicas impostas à linguagem dentro de instituições públicas e escolares.
Outra proposta de minha autoria buscou impedir que conteúdos relacionados a marxismo, socialismo, comunismo, gramscismo e outras correntes ideológicas fossem utilizados como instrumentos de militância na educação infantil e fundamental, estabelecendo que esses assuntos fossem tratados dentro do conteúdo pedagógico adequado e oficialmente previsto.
Também me posicionei contra mecanismos que fortaleciam o monopólio da UNE na concessão de benefícios estudantis e participei de propostas voltadas à prevenção às drogas entre crianças e jovens.
Minha linha de atuação sempre foi clara: liberdade das famílias, respeito aos alunos, combate à militância político-partidária, alfabetização de qualidade, proteção das crianças e valorização do conhecimento.
E é exatamente essa luta que quero levar ao Senado Federal.
Em Brasília, quero ampliar a participação dos pais na educação de seus filhos, defender a liberdade de consciência dos estudantes, avançar na regulamentação nacional do homeschooling, fortalecer políticas de alfabetização baseadas em evidências, fiscalizar os recursos destinados à educação e enfrentar qualquer tentativa de transformar escolas em espaços de doutrinação político-partidária.
A escola deve ensinar português, matemática, ciências, história, geografia, tecnologia e preparar nossos jovens para a vida.
Professor deve ensinar. Aluno deve aprender. E os pais jamais podem ser afastados da educação dos próprios filhos.
Nossas crianças pertencem às suas famílias, não a partidos políticos, movimentos ideológicos ou projetos de poder.
Educação é conhecimento, liberdade, responsabilidade e futuro.
É pelo futuro de nossos filhos e netos que essa batalha precisa ser enfrentada também no Senado Federal. 🇧🇷
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