“Os militares repetiam que o Brasil não tinha elites competentes para formar um projeto de país e que só eles poderiam fazer isso. Não interessava mais estar à frente, como na ditadura, e sim organizar por trás, adestrar e domesticar uma elite que conseguisse fazer isso pelos eles”, relata o pesquisador Piero Leirner, da UFSCar.
Vejam: youtu.be/EJilL7auHfs
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