Toffoli levou caso Master ao STF contra recomendação da PF. Após a primeira fase da operação Compliance Zero, a defesa de Daniel Vorcaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal a remessa dos autos ao Tribunal após a PF encontrar uma minuta de contrato entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA). Em 2 de dezembro, Toffoli decidiu tirar o caso da primeira instância, entendendo que, naquele momento, as investigações chegaram a uma pessoa com foro privilegiado. No entanto, o documento da Polícia Federal anexado aos autos refuta essa tese. A PF informa no relatório que a tal minuta de contrato não tinha qualquer valor para a investigação. Era um nada jurídico. A própria PF reafirma que a minuta não tinha assinatura e foi uma referência a um negócio que não foi concretizado (OA)
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