Deputado Nikolas Ferreira, o mais votado do Brasil já no início de sua caminhada pública, começa a pegar a embocadura de moço decidido, que tem lado e se prepara para os debates. Apresenta dados,
argumentos, provas comparações.
Na sessão de ontem, da CPMI do ‘8 de janeiro’, por exemplo, defendeu um dos maiores empresários do agronegócio da acusação que lhe imputavam: ter sido um dos “financiadores” da tal tentativa de golpe. O empresário foi insultado e amesquinhado durante uma Sessão inteira.
E todas essas suposições já tinham sido desmontadas pelo Ministro da Defesa, Dr. José Múcio, em assertiva e sensata declaração, amplamente divulgada na mídia brasileira e, certamente, no exterior tambêm.
Ou seja, o correto é discutir-se, a justiça, ou as injustiças das elevadas penas impostas a pessoas que fizeram graves badernas, mas não estavam envolvidas em tentativas golpistas. Ministro José Múcio, que comanda as Forças Armadas, disse que não havia mobilização nem hipótese de golpe. Nada mais justo, portanto do que se discutir se as penas aplicadas a uma inexistente tentativa de golpe não deveriam ser reduzidas às penas realmente cabíveis: vandalismo e badernas.
Volto ao depoimento do deputado Nikolas Ferreira: foi contundente ao defender a liberdade de um homem que gera empregos e paga impostos, a partir do agronegócio, que o governismo humilhava na CPMI. E citou, com dados e vídeos apresentados na hora, um leque de financiadores, sem perceber os possíveis interesses de Lula e seu governo em certos “financiadores”. Mas percebeu bem que se, nos
“empréstimos”, dos quais os brasileiros não serão ressarcidos jamais, de modo geral viraram obras, nos países “beneficiados”, exercitadas por empresas brasileiras, que Lula chamava de “gigantes nacionais” que “mereciam” ser apoiados em seu potencial, finalmente, “reconhecido”.
Essas empresas todas foram investigadas e condenadas pela Lava Jato, assim como o próprio Lula. Os seja, os brasileiros “comuns”, foram lesados, mas os “incomuns”, nem de leve. Saíram ganhando…e muito! E as ditaduras, que receberam o dinheiro das brasileiras e dos brasileiros, simplesmente continuam iguais: devedoras viciadas, improdutivas, torturadoras, estupradoras, esmagando as pessoas desesperançadas que sobrevivem embaixo desses cruéis tacões.
Parabéns, @nikolas_dm!
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