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PORQUE APOIAR ISRAEL É A ÚNICA POSIÇÃO MORALMENTE ACEITÁVEL Era o ano 70 Depois de Cristo. Cansado da opressão sofrida pelo Império Romano, o povo judeu se rebela em Jerusalém e em toda a região. Soldados sob o comando de Tito, futuro Imperador de Roma, reprimem brutalmente a rebelião. Israel deixa de existir como protetorado semi-autônomo. Passarão quase 2 mil anos até que o povo judeu possa voltar pra casa. Abraão, Pai da Fé, foi também o progenitor do monoteísmo, cultura religiosa que daria origem à civilização conforme a conhecemos. Cristãos e Islâmicos são filhos diretos de Israel. Partilhamos de uma imensa riqueza cultural, religiosa e histórica. Mesmo assim, o povo judeu tem um histórico de perseguições, massacres e extermínios contra si ao longo dos séculos. O ápice destes massacres será o genocídio nazista, ou a Shoá, como referenciam os próprios judeus. Derrotado o monstro nazista, em 1948 o Estado de Israel finalmente é recriado. Em uma Assembleia Geral da ONU presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, um dos maiores estadistas da nossa história. Desde que voltou pra casa, o povo judeu luta apenas para sobreviver. Israel já foi alvo de diversas agressões covardes. Teve que guerrear assim que foi criada, com o primeiro conflito em 1949, quando sequer possuía um Exército regular formado. Depois disso teve a Guerra do Sinai, o covarde ataque no Yom Kippur e diversos outros levantes. Sempre sobreviveu. Mesmo cercado de inimigos que pregam abertamente, sem parar, dia e noite, sete dias por semana, seu mais puro e simples extermínio. Não há simetria entre os “lados” em conflito. Um dos lados é formado por terroristas marginais, que não respeitam regras, leis internacionais e sequer reconhecem o direito do outro EXISTIR. De outro lado temos o único Estado Democrático em uma região instável, respeitando os Direitos Humanos e levando um mínimo de civilização enquanto é cercado e agredido por bárbaros. Toda a minha solidariedade ao povo israelense. Toda a minha solidariedade ao povo judeu. Não se negocia com terroristas! O bem há de prevalecer.

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