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O Estado do Rio de Janeiro registrou alta de 14% na arrecadação de recursos do petróleo em 2026, somando R$ 8,3 bilhões no ano. O debate orçamentário reforça a necessidade de converter receitas temporárias em investimentos estruturantes frente ao déficit público de R$ 19 bilhões, como mostra essa reportagem do Erick Rianelli, da TV Globo. Em 2022, criamos na Alerj a Lei do Fundo Soberano, de minha autoria, para reservar parte das receitas excedentes do petróleo e investir em projetos estruturantes para que RJ se torne cada vez menos dependente dos royatlies, que não são eternos. Essa variação positiva do petróleo é mais uma janela de oportunidades para esses investimentos, e um deles é a indústria de fertilizantes, com a implantação de plantas industriais, aproveitando a sinergia entre a cadeia de gás natural e a produção de fertilizantes nitrogenados. A combinação de gás natural, infraestrutura logística e instalações como o Porto do Açu pode criar condições para atrair investimentos, gerar empregos qualificados e agregar valor a uma riqueza que o Rio já produz. Essa foi uma das propostas debatidas na rodada de visitas que fiz às regiões do estado, em 2022, para conhecer as potencialidades de investimentos. A partir dessas visitas, criei mais uma lei de estímulo ao desenvolvimento do estado, a do Plano Estadual de Fertilizantes e Biofertilizantes (Lei 9.716/22). O Senado aprovou ontem o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), abrindo uma nova oportunidade para o Rio de Janeiro transformar sua produção de gás natural em uma cadeia industrial de fertilizantes. O RJ tem tudo para crescer e se desenvolver, independentemente das variações do petróleo. Estamos com a faca e o queijo na mão!😉 g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/202...

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