Hoje, depois de dois anos "recluso" no Rio, estou em Frei Paulo, SE, minha terra. Visitei o coreto da praça onde meu pai, Euclides Goes, falecido em 1984, tocava trombone na Lira Paulistana. Afinal, como diz o verso de "Abre alas": "Eu sou da Lira, não posso negar."