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“O fim de Israel do Rio ao Mar" era o que proclamava um cartaz pró-Palestina na PUC, revelando uma postura que ultrapassa a defesa de uma Palestina livre e clama pela eliminação completa do único estado judeu. Esse grito é uma ofensa ensurdecedora de negação à nossa existência, um insulto à memória de um aluno que carrega consigo o legado de seu avô, sobrevivente do Holocausto. Aos que se rotulam de antissionistas, saibam que para nós, judeus, essa retórica não passa de uma nova roupagem para o velho nazismo. Exigir o aniquilamento do nosso lar, onde nossos familiares residem, onde nossa identidade se enraíza, e onde nosso povo conquistou sua autodeterminação após dois milênios de diáspora, transcende qualquer debate sobre a coexistência de dois estados ou sobre a paz. Trata-se de um ataque direto à existência do Estado Judeu. O único e minúsculo refugio do nosso povo. Nossa resposta, como sempre, é sobre a vida. Vocês nunca vão ver um judeu colocando um cartaz pelo fim da palestina. A maioria de nós apoia os 2 estados. Mas o antissionismo vai além das disputas em Gaza e da criação de um Estado Palestino; é uma ideologia que busca negar todas as formas do nosso nacionalismo e clama pela nossa completa destruição. Se você se identifica com a esquerda, convido-o a explorar o sionismo a partir da nossa perspectiva. Há o risco de que, sem perceber (ou até mesmo conscientemente), vocês estejam se tornando os novos nazistas.

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