Sobre o caso do jovem soldado israelense:
O processo foi iniciado por uma ONG liderada por um indivíduo com histórico de envolvimento com terrorismo. No Brasil, o caso foi assumido por uma advogada que publicamente demonstra apoio ao Hezbollah, exibindo seu símbolo com orgulho em vídeos e até desenhando o chamado “triângulo da morte”.
No âmbito do direito internacional, não há precedentes para ordenar a prisão preventiva de um soldado com base em supostas “provas” extraídas do TikTok. Nenhum país no mundo adota essa prática. Trata-se claramente de uma perseguição étnica direcionada a israelenses, ampliada pela FEPAL, cujo objetivo é transformar o caso em um espetáculo midiático.
É importante ressaltar que não existia qualquer pedido formal de prisão ou restrição legal contra o soldado, que deixou o país de forma completamente normal e dentro da legalidade. Ele não precisou pedir “asilo”. Saiu com seu passaporte.
Perde o Brasil.
Ganha o eixo do mal.
Seguimos.
Thread
Nenhum Voo ainda