Zema assumiu Minas Gerais com o maior rombo orçamentário do Brasil: 20% da receita, herdado de um colega de partido do Haddad. Apesar disso, até o 5º bimestre do ano passado, o estado já apresentava o 4º melhor resultado, com um superávit de 9%.
A dívida nominal de Minas ainda cresce, pois o estado não gera caixa suficiente para pagar o serviço. Porém, sua relação com a receita está em queda. Já o governo federal enfrenta um problema ainda mais grave: não cobre nem as despesas primárias, muito menos as orçamentárias. O déficit primário, inclusive, é estrutural. A dívida nominal da União cresce muito mais rápido e, ao contrário de Minas, aumenta como percentual da receita. Enquanto a capacidade de pagamento de Minas melhora, a da União se deteriora.
Se eu precisasse escolher entre Zema e Haddad para administrar qualquer coisa, a escolha seria óbvia: Zema. E isso nem deveria ser uma opinião polêmica, não fosse o alcance da influência cultural do petismo nos círculos de ideias consideradas 'aceitáveis'. Haddad é muito mais incompetente e cínico do que sua reputação pública sugere.
Thread
Nenhum Voo ainda