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O zinco ajuda na imunidade e na produção de testosterona. O cobre ajuda a usar o ferro e a formar colágeno. Com a idade, o cobre no sangue tende a subir e o zinco a cair. E os estudos mostram que isso tem consequências para o seu organismo. Em 2009, um estudo italiano mostrou que idosos acima de 70 anos com mais cobre em relação ao zinco apresentam uma taxa de óbito maior em 3 anos e meio quando comparados a idosos com uma mais zinco em relação ao cobre. Em 2025, um estudo realizado na Finlândia, que envolvei, 2 mil homens acompanhados por mais de 20 anos, mostrou que o grupo com mais cobre em relação ao zinco teve 75% mais risco de morrer de pneumonia. Mas aqui tem uma pegadinha: Quando o corpo está inflamado, o cobre do sangue sobe e o zinco cai. Então essa relação pode ser apenas um sinal de inflamação ou de alguma doença escondida. Até hoje nenhum estudo mostrou que corrigir essa relação faz alguém viver mais. No estudo finlandês, o menor risco ficou no zinco médio. Mais zinco não trouxe benefício extra. Ou seja, não precisa ter zinco sobrando: basta não faltar. Até porque, zinco em dose alta por meses bloqueia a absorção do cobre. Aí vem anemia, queda das células de defesa e até lesão nos nervos, que às vezes não volta ao normal. Na prática, fica assim: •Comer carne, ovos, feijão e castanhas já dá zinco e cobre suficientes. •Combater o que inflama: barriga grande, sedentarismo, álcool e sono ruim. •Suplemento de zinco só se o exame mostrar falta, e com orientação. Cobre alto e zinco baixo acendem um alerta. O remédio é cuidar do corpo com um todo, não ficar apostando em uma cápsula sozinha esperando que aquilo faça um milagre. __ Ref: - DOI: doi.org/10.1007/s10522-009-9251-1 - DOI: doi.org/10.1007/s15010-025-02596-8

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