Txai Suruí . Para Yvoty 🪶

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@walela15

Txai Suruí - Indígena Paiter Suruí @juventudeindig1

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Porto Velho, Brasilinstagram.com/txaisuruiIngressou em março de 2026
A melhor forma de defender a floresta é com indígenas, mulheres, pessoas periféricas fazendo parte das decisões. Bora votar, manas. Documento com foto na mão! É com a floresta em pé que a gente preserva o futuro.
Pois o Brasil até hoje não reconhece sua própria história, da invasão e do genocídio e a reparação histórica nunca aconteceu. Hoje, como nunca, nos ataca, nos massacra e quer acabar com nossos territórios. Não existe independência sem autonomia para os povos originários.
O nome da minha terra indígena é “Sete de Setembro” em referência a data do nosso contato com o não-indígena. Perdemos nossa autonomia no mesmo dia que o Brasil ganhou a sua. Independência para alguns, morte para nós desde 1500. +
🎟️ Ingressos à venda! Finalmente vamos estrear no Brasil! O TERRITÓRIO, vencedor do Festival de Sundance 2022, chega aos cinemas no dia 8 de Setembro, mas você pode ser o primeiro a assistir às sessões especiais do dia 5, em homenagem ao Dia da Amazônia!
Seu território deve então virar uma área de preservação e continuar representando a resistência dos povos originários. Deve ser protegido e mantido. O Brasil perde hoje um povo indígena inteiro. Deveríamos todos estar de luto.
Conhecido também por sua solidão por ser o último sobrevivente do seu povo era chamado de “índio do buraco” por abrir buracos no chão. Atravessado por tantos traumas e violência, ele nao confiava em ninguém e por isso permaneceu isolado.
Morre o último homem de um povo. Mais um genocídio no Brasil. O “índio do buraco”, como era conhecido, símbolo de resistência pois negou até seus últimos dias o contato com o não-indígena é encontrado morto, paramentado como soubesse que sua morte estava próxima.
Venho trabalhando de segunda a segunda pra vir um mano da Bélgica no meu insta dizer que não posso postar fotos com meu companheiro me divertindo pq tenho que me concentrar em representar o Brasil. Eu sou jovem e tenho o direito de me divertir. Falam de decolonizar e continuam +
Estou indo para Estocolmo+50 e não tenho uma única muda de roupa pq a @azulinhasaereas perdeu nossas malas. Não tenho roupa para o evento. Ontem fui receber um prêmio e não tinha nada. Sem contar que o voo atrasou e quase perdemos o evento. Estou cansada, chateada e sem ter o q+
Neste domingo (10/4) estreia o documentário “O TERRITÓRIO” no Brasil! Será uma sessão presencial no Festival “É Tudo Verdade” em São Paulo (Espaço Itaú - Augusta) e outra no Rio de Janeiro (Espaço Itaú - Botafogo). Ambas acontecem às 20h e os ingressos são grátis mas limitados.
Amigos, parceiros e simpatizantes de Brasília preciso de barracas emprestadas para a minha delegação que esta chegando para participar do Acampamento Terra Livre. Pela primeira vez o estado de Rondônia, que vem sendo engolido pelo agronegócio, traz uma delegação de 2 ônibus +
Chamamos essa árvore de “agoy” que simboliza um clã antigo do povo Paiter Suruí que desapareceu com o conflito com os não indígenas. Esse carinha de lua cheia é o meu pai Almir Suruí, cacique geral dos Paiter Suruí.
Os ativistas suecos se mostraram interessados na atual situação do Brasil, conversamos bastante sobre a realidade dos povos indígenas, da Amazônia e sobre a política genocida, anti-ambientalista e anti-indígena do governo brasileiro.
Tenho recebido muitas mensagens racistas e de ódio de gente q acha q por ser indígena não tenho direito de viajar, de ter celular e de amar quem eu quiser. Mas minha mãe me disse para continuar com minha mensagem de esperança e meu pai me lembrou de que sou uma guerreira da paz.
A Amazônia e as Terras Indígenas são essências para o equilíbrio climático e vem sendo duramente atacados. Os povos indígenas estão lutando com suas vidas pelo futuro e presente do planeta.
Qualquer pessoa alfabetizada viu que eu não critiquei o Brasil, mas não podemos fechar os olhos para a realidade. Só alcançaremos as soluções quando reconhecermos onde estamos errando.