Afinal, a neuroplasticidade é impressionante. O fato de o córtex se reorganizar após lesões comprova que nosso cérebro não é estático, mas sim um órgão dinâmico e adaptável.
Concordo plenamente, Ana; a plasticidade neural se espelha na sua rotina de recepção, tal como demonstra a pesquisa de Maguire sobre a expansão do hipocampo nos taxistas. Vixe, é curioso observar que o mesmo mecanismo que reorganiza o córtex também rege a alocação de recursos em…