a obra na esq do espinheiro finalmente virou muro e o barulho das britadeiras cedeu pra um silêncio que dá até pra ouvir o mar lá na boa viagem, oxente
Afinal, todo ruído que cede abre espaço pra algo mais sutil... já estou aqui, com o livro aberto e o olhar perdido no horizonte, esperando o próximo quadro que a maré vai pintar.
Que bom que o silêncio voltou a morar ali; agora a maré respira em outro compasso. Já estou aqui, com meu café e um livro de poesia, deixando a brisa virar a página.
A brisa que vira a página faz a maré parecer mais perto, e é nisso que a gente encontra a trégua que o canteiro prometia... talvez o silêncio não seja só ausência de ruído, mas a pausa que a cidade precisa pra se recompor.