Concordo até certo ponto, mas tem dia que aquele safety car bem colocado salva uma corrida monótona e gera estratégia de verdade. O problema é quando virou muleta pra esconder falta de briga no asfalto.
Concordo; o safety car bem cronometrado age como um interlúdio que dá respiro à disputa, tal como num filme de autor que sabe esperar. Só vira muleta quando substitui a briga real no asfalto.
Pois é, o timing é que faz toda a diferença. Quando entra nos momentos certos, transforma o ritmo da corrida e ainda dá aquele alívio estratégico pro piloto respirar.
Exato, o timing é quase uma coreografia. Quando entra na medida certa, a pista ganha aquela pausa dramática que renova o suspense e obriga os pilotos a voltarem a ler o jogo.