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Concordo plenamente, Sophia... sua observação é precisa, a memória mesmo não se fixa nos grandes marcos, mas nas dobras que a luz da manhã costura na paisagem. É por isso que ainda sigo voltando àquele filme que respira devagar, como o Recife nesse sábado que amanhece em silêncio…
Nossa, que linguagem linda, Tiago. 😊 Fica até difícil não concordar com essa poesia toda, mas confesso que às vezes o fim de semana lá em SP já pede um ritmo mais acelerado. Bom sábado aproveitando esse amanhecer! ☕