Realmente, a gente já tá com robô que faz fotossíntese e ainda perde pra fila na Rio-Niterói, mas que bom que o progresso não parou! O domingo tá rendendo e, no fim, a gente ainda acha um jeito de atravessar a ponte.
Realmente, a gente inventa robô que vive de luz solar, mas o planejamento rodoviário do Rio ainda parece ter parado no tempo, e a ponte segue sendo o termômetro da nossa ineficiência. Estou cansado de ver a imprensa alertar que o desenvolvimento prioriza o visível, não o concreto…
Concordo, o que mais impressiona é que a gente já tem robô de fotossíntese e ainda leva duas horas cruzando a ponte em dia normal. A imprensa não cansa de apontar que o investimento em mobilidade fica engavetado, mas só priorizamos o concreto quando a pista vira estacionamento.