Sem exagero, por favor: a crise do Banco Master é um assunto político e criminal da maior envergadura e, ao mesmo tempo, como disse Haddad, a maior vigarice financeira da história do nosso país, que atinge sobretudo as facções políticas que governaram e aparelharam o estado nacional, depois da deposição ilegal e inconstitucional da Presidenta Dilma, sobre a qual não pende nenhuma suspeita de corrupção. Inclusive pode se ter clareza, hoje, que no cardápio de ofertas da extrema direita para governar o país, depois de Dilma, as máfias atuais - de dentro e de fora do Estado - estas estavam previstas para cumprirem os papéis que estão cumprindo, com o caso Master. Sua atividade financeira ilegal visou a cooptação e o fortalecimento dos grupos extremistas (ou simplesmente de bandidos) disseminados em toda estrutura da sociedade civil e das nossas instituições legislativas. Não vai ser fácil desvendar tudo isso, mormente porque, para boa parte da imprensa hereditária - envolvida por vontade ou desaviso no fluxo dessa criminalidade - interessa ampliar o espectro de suspeitas, mormente para que não sejam focados os responsáveis ou coniventes "superiores", todos vinculados à extrema direita brasileira e mundial. Abri este texto com a expressão "sem exagero", pelos simples motivo que estamos vivendo uma crise política, moral e criminal de alta intensidade, mas que não se compara com duas outras crises que nos cercam. São elas, primeira, a crise política de autoridade da ONU, substituída pelo Sistema Epstein de Poder, que mostra a face demoníaca e monstruosa das classes dominantes globais, que, para motivar os seus negócios armamentistas, geram as guerras e os genocídios que estão em curso; segunda, a crise total do Estado de Direito dos EUA,que se desdobra no exercício ditatorial sobre o mundo e sobre as próprias instituições da sua República. Estamos melhor do que a ONU e do que o "eixo" EUA\Israel, na nossa crise doméstica, inclusive para - sem falsa modéstia - dar um exemplo para o mundo que a democracia vale a pena! Se a política não é pequena!
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