Uma correta posição sobre a guerra é a de Sanchez e Lula: todos os países capitalistas desenvolvidos estão defendendo, em maior ou menor grau, seus "interesses nacionais"; uns, firmando seus espaços geopolíticos que consideram parte da sua soberania nacional, para a fruição das suas classes privilegiadas; outros, porque não tem opção a não ser, para sobreviverem, se subordinarem de maneira servil ao novo "eixo" de opressão colonial imperial, presente na aliança siamesa dos Estados Unidos com Israel; finalmente uns poucos, defendendo a sua sobrevivência como nações independentes, sem um "seguidismo cego e servil, dizendo não à guerra". Brasil, Canadá, Espanha, África do Sul, Uruguai, Colômbia, India e vários outros países, são os que querem a paz e precisam da paz. Os EUA, sob a Presidência de Donald Trump, agravaram a sua posição como " Polícia do Mundo" e estão fazendo - de dentro da sua da sua democracia deformada e do seu Estado Militarista - um cruel exercício preparatório de uma guerra mundial de novo tipo, em que uma sequência de guerras parciais e continuadas substituiu a guerra total declarada. Trump está fazendo nos EUA, dentro da democracia americana impotente para enfrentá-lo, o que Hitler só conseguiu fazer na Alemanha com uma ditadura total. A China aguarda e se prepara para o pior e sua contestação ao novo 'eixo", até agora, é apenas política e defensiva, mas não permanecerá assim até o final dos tempos.
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