Fatos de antes: a "grande imprensa", na sua ampla maioria, apoiou e estimulou todas as irregularidades e ilegalidades que foram cometidas contra Lula, contra Dilma e contra o PT, todas hoje reconhecidas pelas pessoas de bom senso, como movimentos políticos que visavam bloquear uma nova consagração do "lulismo" nas urnas e buscar uma alternativa de direita para o Planalto, pela eleição ou por um golpe de estado. Bolsonaro foi uma criatura dessa macropolítica, que debochou e humilhou a imprensa, perverteu a República e criou, internamente ao país uma "base" social de traição nacional, que tem os EUA como a sua primeira pátria. Fatos de hoje: estes mesmos setores da imprensa enfrentam uma contradição. Suas criaturas ideológicas, na "base" e no Congresso Nacional, estão enroladas com um sistema criminoso mafioso e delirante em termos de poder, que é quase como um sistema "Epstein" em construção. Este "sistema", que aproveita as vulnerabilidades reais (e históricas) das nossas instituições republicanas, começou a organizar um "sistema de justiça" e de Policia paralelos ao estado que, ao que tudo indica, já colocou na mira do seu sicariato um dos mais importantes jornalistas da grande imprensa, que longe de ser simpatizante da esquerda e do Governo cumpria, no caso, com o seu dever profissional de informar.
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