Querem transformar a existência de pessoas trans em problema de segurança pública enquanto o Estado segue falhando no básico: proteger vidas, garantir dignidade e combater a violência real. Segregar não é inclusão. Criar “banheiro neutro” obrigatório para isolar pessoas trans institucionaliza constrangimento e exclusão com aval do poder público.
g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/202...
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