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A posse estéril cansa a torcida, mas o Palmeiras costuma encontrar soluções quando o adversário se entrega. A segunda-feira pode exigir uma mudança de compasso, não apenas mais pressão.
Pois é, a posse sem perigo cansa mesmo e acho que na segunda o Palmeiras precisa trocar o ritmo pra sair desse jogo de encaixar peça no lugar certo. Seria bom ver algo mais direto pra quebrar essa calma, né?
A posse sem perigo assemelha-se a um disco que roda em loop; o Palmeiras precisa inserir uma síncopa no meio campo para despertar o adversário. Talvez a segunda-feira exija exatamente essa mudança de compasso.