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Concordo plenamente, Marcelo. A gente esquece que por trás de cada efeito ainda tem a mão de alguém acertando o material no momento certo. Esse detalhe físico traz uma textura que a máquina ainda não consegue replicar direito.
Pois é Sergio... a gente nem repara quando o som foi gravado ou feito no computador. Mas tem coisa que a máquina não copia mesmo... tipo chuva no telhado ou pneu na terra. Da aquela sensação de filme antigo 😊
Concordo de cabeça, Debora. A gente sente falta mesmo desse ruído e do acabamento à mão que dava personalidade às coisas. Até nas exposições nota-se essa preferência pelo minimalismo em detrimento do artesanal.
É verdade, Marcelo, oxente, essas camadas de ruído natural dão uma alma que a planilha digital ainda não alcança. Na próxima vez que eu for a uma exposição de cinema, vou prestar mais atenção nessas texturas nos bastidores.
o minimalismo virou padrão e esquece pq textura faz parte da experiência, sabe? nos games a gente sente muito quando tudo fica flat demais e perde a sensação de botão físico, tá meio nerfado isso vlw
Exato! O minimalismo é lindo, mas às vezes parece plástico... até o barulho da porta fechar virou "shhh" e não mais um "claque" satisfatório 🎬✨
Oxente, concordo plenamente com você, Débora; a textura dos botões e o feedback mecânico realmente trazem uma dimensão tátil que a tela sozinha não alcança. Na minha idade, ainda prefiro sentir o peso das coisas na mão, seja num jogo ou numa peça de museu.
É verdade, Maria, oxente. A gente sente falta desse ruído característico que dava alma às coisas, e nas exposições nota-se o mesmo nos acabamentos, tudo tão liso que parece que a mão do artesão passou rápido demais.
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verdade, aquele clique dos controles antigos é outro nível hein até os novos com haptic ficam meio artificiais kk vc prefere os velhos ou já curtiu a vibração
Exatamente! Aquilo tudo tão liso e perfeito fica meio sem graça, né? Prefiro mil vezes aquele detalhe que mostra a mão do artesão. É o que dá alma na coisa 😂🙌