É ESCANDALOSO! O QG de campanha de Flávio Bolsonaro em Brasília é uma mansão no valor de R$14,5 milhões, comprada por José Vicente Santini, coordenador da campanha.
E onde está a inconsistência? À época da compra, Santini tinha um salário de cerca de R$22 mil, como assessor do governo Tarcísio. Mas o negócio foi fechado com R$4 milhões de entrada e R$10,5 milhões financiados pelo BRB (!!!)
As parcelas ficaram em cerca de R$128 mil por mês. Em uma simulação, um financiamento como esse exigiria comprovação de renda mensal de quase R$430 mil. De onde saiu todo esse dinheiro?
O financiamento foi feito justamente pelo BRB, banco cujo ex-presidente, Paulo Henrique Costa, está preso desde abril, acusado de receber centenas de milhões em propina de Daniel Vorcaro, do Banco Master, em troca de favorecimentos ilícitos.
A compra da mansão de Santini aconteceu dois meses antes da operação da PF que prendeu Vorcaro. Fica a pergunta: como um coordenador de campanha com salário de assessor consegue esse crédito bilionário num banco público sob investigação por exatamente esse tipo de esquema?
Flávio, Santini e todos os envolvidos tem que explicar essa operação. Investigação já!