A Prefeitura de Ilhabela não se contentou em militarizar as escolas. Foi além: levou policiais com armas, metralhadoras e granadas para turmas do Ensino Fundamental II.
O ECA foi rasgado. Direitos violados. Tratamento degradante (Art. 18-A) escancarado.
Militarizar a escola já é flertar com a violência. Exibir armamento é enterrar de vez o pensamento crítico. Como diz Safatle, esse modelo alimenta uma "política do medo". Educação é espaço de dignidade, não de obediência cega.
Nosso mandato já tomou providências: denúncia encaminhada ao Ministério Público. Quem autorizou essa barbárie precisa responder.
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