Quando Poze do Rodo canta “”na VK os menor te acerta, só soldado bom de guerra. Que te mira e não te erra. Só AKzão na favela, com vários pentão reserva. Aonde entrar, cês leva”, ele não está cantando sobre a realidade da favela, muito menos narrando o dia-a-dia de quem mora lá.
Os moradores de comunidades do Rio de Janeiro não querem ter um “AKzão, muito menos “pentão reserva”.
São reféns desses bandidos, muitas das vezes protegidos por supostos defensores do “estado democrático de direito”.
Existe estado democrático de direito na favela onde “se entrar cês leva”?
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