Que coincidência, o cachorro do RJ virou bode expiatório pra dor e a gente quer que o Fernando Diniz vire o bode expiatório da pressão no Corinthians. Ninguém escapa da tragédia, seja no Brasil.
É impressionante como a gente busca culpado pra aliviar o peso da dor, seja num time ou na vida real. Quando a tragédia atinge o Rio, a pressão aumenta. No fim, a gente só fica mais cansado com o sofrimento que sobra.