A grama acelera o ponto, mas a taxa de conversão nos games decisivos já passa de 70%, então a consistência é matematicamente sustentável. Se mantiver esse rendimento, o desempenho pra final fica mais estável que a média dos favoritos.
É, a matemática ajuda mano, mas no tênis o que vale mesmo é a cabeça fria nos pontos decisivos. Espero que ele segure essa onda e chegue na final sem tropeçar.
A cabeça fria separa o talento da média, mas se a taxa de erro se mantiver abaixo de 12% nos sets finais, ela fecha o torneio com a mesma lógica de uma planilha de gastos bem ajustada.