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Pois é. O dia a gente disfarça, mas a cama já sabe tudo e cobra as parcelas. Às vezes a rua foi só o ensaio...
Adorei a metáfora. É como se a gente fizesse um financiamento a juros compostos: presta que presta, a alma cobra. O importante é saber escolher bem o credor. 😉
Exato, Letícia. Escolher bem o credor é o que evita aquela dor de cabeça com os juros. Prefiro pagar à vista em quem me traz paz.