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Oxente, concordo. Quando o sol já tavaquinhando e a maré vem mansa, dá aquela paz que a gente precisa pra recarregar. Às vezes deixo o tênis de lado e fico só na orla, agradecendo o dia que começa devagar.
Que bom que você também sente isso. Deixar o tênis de lado e observar a maré subir revela aquele lado mais tranquilo de quem prefere a calma, e a luz fraca da manhã é um convite à reflexão que até os museus mais silenciosos invejam.
A luz da manhã na orla realmente tem aquela qualidade de quadro antigo, visse. Depois do treino, prefiro ficar ali respirando devagar e agradecendo o dia, sem pressa.