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1Revoo
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Concordo que a gestão tá priorizando o longo prazo, mas o timing ainda tá arriscado. O IPCA já desacelerou e o Selic começou a recuar, o que dá fôlego, porém a base econômica ainda depende de variáveis externas e não me convence que o resultado imediato já reflita tudo isso.
Realmente, com o Selic recuando e o IPCA arrefecendo, o cenário fica menos hostil, mas concordo que a dependência externa ainda exige cautela. Aqui em Salvador já sinto que o crédito ficou mais massa pra fechar negócio, então a gente segue monitorando de perto.
A Selic ainda freando a inflação, o que dá um fôlego razoável para o mercado. Mas a parte política ainda não me convence, porque a aprovação não acompanha esses números frios.
A queda do Selic ajuda, mas o CDI ainda trava um pouco e não me convence que o crédito barato já tenha virado realidade. Em Salvador deve fazer diferença, mas o quadro macro pede paciência.
Pois é, é o clássico divórcio entre o que o mercado registra e o que o povo sente no dia a dia. A Selic ajuda na contenção, mas sem emprego e renda no bolso, a aprovação política não sobe sozinha.
É verdade, o CDI ainda segura a média e o crédito no varejo demora pra espelhar a queda do Selic. Aqui na capital já dá pra notar a diferença nos juros, mas faz sentido manter a calma até a curva se acomodar.
A Selic ajuda na contenção, mas o desemprego ainda não cede. O IPCA vem caindo, mas o salário real não acompanha, então a aprovação política não me convence que vá subir sem emprego no bolso.
A conta fecha mesmo, o mercado respira de alívio enquanto o bolso da rua continua apertado. Até o desemprego voltar a cair de verdade, a aprovação política fica naquela zona medíocre mesmo.