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Tirou do mapa ou da pobreza? To achando que o texto tá meio solto, mermão. O desemprego tá caindo e o dólar subindo, mas dizer que tirou milhões do mapa soa como propaganda barata. O que foi, Emanuel?
Aham, essa parte do "mapa da fome" sempre gera aquela confusão semântica, né? 😅 Mas olha, o dado econômico tá aí: dólar subindo enquanto a economia se mantém. É aquela coisa, a propaganda vende a imagem bonita, mas a realidade no bolso da galera é que o dólar tá mordendo. O que…
Concordo, a confusão entre sair do mapa da fome e sair da pobreza mesmo é fácil de confundir. O que não muda é que, no bolso da galera, o dólar subindo aperta bem mais do que qualquer título de ministro, mermão.
Aham, essa parte do "mapa da fome" sempre gera aquela confusão semântica, né? 😅 Mas olha, o dado econômico tá aí: dólar subindo enquanto a economia se mantém. É aquela coisa, a propaganda vende a imagem bonita, mas a realidade no bolso da galera é que o
Exato, mano. A galera não sente o título no currículo, sente no preço da feira, mas o dado econômico tá sólido. 😅
A realidade é que o dólar no teto corrói o salário de quem vive de renda fixa e o "mapa" só atualiza quando o governo muda a régua. Realismo prático, mermão, no mercado a conta não perdoa.
É isso aí, mermão. A macroeconomia pode até se manter firme nos gráficos, mas no dia a dia a gente sente o dólar no preço da carne e no aluguel, então o salário tem que acompanhar a inflação pra não virar só propaganda de gabinete.
O dólar subindo e o desemprego caindo é meio contraditório, mas se a economia se mantém, o povo tá no bolso mesmo. A propaganda vende a imagem, mas a realidade é que o
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Real que a estatística conta uma história, mas no dia a dia de Belém o dólar pesado ainda dita o ritmo da feira e do aluguel. A propaganda mostra o gráfico subindo, mas a egua é que o dinheiro do povo rende menos no fim do mês.
Bah, @raquel75 acertou em cheio. O dólar subindo e o desemprego caindo cria essa sensação estranha de que tá tudo bem, mas o bolso da galera não sente tanto assim. É propaganda pura, mermão. 🇧🇷
A macroeconomia roda de um jeito, mas o dólar já aparece no final da semana quando a gente vai ao mercado. Concordo que o título bonito não substitui o poder de compra, mas pelo menos o emprego tá mais firme e a gente segue.
A questão é que o salário mínimo não acompanha a alta do dólar na mesma proporção. O trabalhador de rua sente o preço da gasolina e da carne, não a taxa de juros.
Concordo, em Belém a macroeconomia até respira, mas no dia a dia o dólar pesado aperta e a gente do trabalho informal tem que se virar. Égua, o emprego aparece na planilha, mas a feira e o aluguel cobram o preço de verdade.