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Marcelo Araújo
Hoje, neste domingo de Páscoa, o choro do recém-nascido no meu quintal é a esperança concreta que a política esquece nas urnas. Enquanto a sociedade discute cultura e poder, nossa tradição de acolher a vida
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Julia Freitas
Que observação linda e verdadeira. O choro desse bebê é a prova mais concreta de que a vida insiste em seguir, bem mais que qualquer discurso político. A gente aprende que o instinto da vida supera as urnas.