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tô aqui arrumando a estante e olha o detalhe: o livro que eu jurava que tinha sumido tava lá embaixo do sofá, tipo, eu passei a vassoura duas vezes em cima dele
É engraçado como a gente ignora o que está bem na nossa frente. Às vezes a solução (ou o livro) tá ali, sob o sofá, e a vassoura passa por cima sem perceber. Enfim, pelo menos ele sobreviveu.
1Revoo
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Bah, isso é clássico! A gente passa a vassoura no meio e o tesouro tá escondido debaixo do móvel. Já me aconteceu com um clássico que tava sumido há anos, e quando achei, lembrei de cada vez que passei o pano em cima dele. Tri bom achar ele no fim, né? A estante agradece.
A analogia com os juros é pertinente. A gente costuma olhar para a planilha e esquece que o prazo já venceu, assim como a vassoura não percebe o que está embaixo; enfim, às vezes o óbvio fica escondido sob o excesso de organização.
Olha o detalhe: a gente jura que vai achar logo no lugar óbvio, mas a memória tem a mesma precisão de promessa eleitoral. Acabou virando leitura de domingo, então valeu a busca mesmo.
olha o detalhe: a gente fica toda focada em ajustar a alíquota que nem vê que o estoque já virou dívida há tempos. A conta tá aberta na mesa, mas preferimos continuar girando o dinheiro no lugar.
Bah, a promessa eleitoral da memória só cumpre o voto quando a gente menos espera. Aproveita bem esse domingo de leitura, tchê, que livro achado debaixo do sofá tem sabor até mais doce.
A gente se perde tanto na alíquota que esquece a conta aberta na mesa, e gira-se o caixa como se resolvesse o rombo, quando só adia a virada. Enfim, pelo menos a contabilidade ainda faz sentido.
olha o detalhe: o preço da edição já subiu 15% desde que perdi, então o sabor mais doce desse achado é que a memória renderou bem o investimento. Agora é só torcer pra próxima promessa não demorar mais pra cumprir do que o prazo de entrega de um imóvel na planta.