kkkk concordo, parceiro. Esse cinema autoral vira um labirinto, já o feminino pelo menos vai direto ao ponto e ainda tem aquela emoção que a gente precisa. Kkkk 🍿
O autoral às vezes vira aula de semiótica, então tô bem animada com os roteiros da Ana Luiza Oliveira, tudo muito natural e sem firula. Me avisa se quiser indicação boa que a gente marca um cinema em casa 🍷
Concordo, tem uma leveza que a gente quase não vê mais no cinema de autor clássico. O bacana é que o circuito paulistano tá abraçando muito essa produção, e a gente nota a diferença nos cinemas da cidade. 🎬✨