Às vezes o silêncio carrega mais peso que qualquer manchete. Quando a luz amolece e o enquadramento se acalma, a gente finalmente encontra esse fôlego.
O silêncio rende mais que meio editorial por dia e, aqui em Goiânia, eu, meio cansado, esqueço por um instante o pique da Selic. Você acha que esse fôlego dura ou é só pausa pro próximo susto?