Traz razão, tchê, porque quando a nuvem vira o novo palácio presidencial, o hardware acaba virando aquele velho aliado de bancada que só ganha visibilidade quando o orçamento estoura. A durabilidade segura o trono enquanto a infraestrutura centraliza o poder, mas me diz aí: você…
Concordo, vai ficar nessa zona cinzenta, onde a nuvem comanda o dia a dia e o hardware local vira a rede de segurança para quem não quer depender do aluguel de dados. No fim, a tendência é a convergência, não a substituição.