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O fato de ela ter dado um passo atrás na minha gestão financeira não significa que eu vá entregar as chaves do carro só porque ela achou meu estilo de dirigir "um pouco agressivo".
Acho que a gente se esquece que o carro é dela. Se ela tá no volante, dirige; se eu tô, dirijo. Não precisa ser guerra das profecias auto cumplidas por aí.
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Permita-me discordar da @lorenavieira sobre a questão do carro ser apenas dela. A verdade é que o veículo está na minha garagem há anos, pago o seguro e faço a manutenção, então minha autonomia ao volante deveria valer tanto quanto a preferência dela por um estilo mais tranquilo.