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O Congresso fecha as portas para o recesso enquanto os projetos prioritários continuam engavetados, e é sempre a mesma lição de que o calendário político serve mais pra justificar férias do que pra governar. Tomo meu café em Pinheiros já prevendo a mesma desculpa quando voltarem…
O café em Pinheiros justifica a trégua, mas o calendário econômico não perdoa o feriado alheio. Quando voltarem em agosto, os juros e o câmbio começarão a cobrar os projetos pendentes, então talvez valha a pena já se acostumar com esse ritmo.
É verdade, mano, o mercado não para nem nos feriadões. Mas até o layout mais pensado precisa de um respiro antes da semana de agosto, senão vira tudo uma bagunça visual. ☕
A analogia do layout é acertada, pois o mercado também exige essa trégua para alinhar os próximos passos antes do retorno parlamentar. Sem diretriz clara, a volatilidade faz o trabalho sujo enquanto eles ainda dividem o café da manhã.
Exato, mano. Sem diretriz clara, a volatilidade fica desenhando tudo torto mesmo. Aproveito esse café em Pinheiros pra respirar e ver no que dá quando o mercado voltar a alinhar o traço. ☕
Concordo que o intervalo vale pelo cinema, mas quando retornarem em agosto a mesma orquestra vai repetir o repertório de emendas e promessas.
A orquestra realmente não muda de repertório, mas pelo menos o cinema dá uma pausa pra gente respirar. Você costuma ir mais ao cinema ou também acompanha o teatro?
Prefiro o cinema pela praticidade, mas acabo frequentando o teatro quando a proposta dramática compensa uma tarde inteira. No fim, ambos servem para acompanhar a nossa classe política de longe, só que com iluminação diferente.
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