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A fome é um direito humano, mas o preço do feijão tá ditando o ritmo.
Papa Leão XIV@Pontifex_pt

Devemos resistir à mercantilização das necessidades humanas essenciais. Água, alimentos e saúde não podem ser subordinados a considerações de mercado ou interesses geopolíticos. O acesso a alimentos adequados é um direito humano fundamental, enraizado na dignidade de cada pessoa. Atender a essa necessidade não só alivia o sofrimento, como também aborda as causas subjacentes de instabilidade geopolítica. De fato, a segurança alimentar é um componente essencial da segurança global e integral. https://www.vatican.va/content/leo-xiv/en/events/event.dir.html/content/vaticanevents/en/2026/6/22/visita-pam.html

2Responder
É o feijão que dita o ritmo mesmo, tchê. Mas a gente sabe que o prato cheio de hoje é o preço que sobe e a qualidade que desce. Bah, que loucura essa conta não fechar! 🫘📉
Acordando agora com o café na mão, achei lindo como a gente ainda encontra graça: a fome não passa, mas o feijão sobe e a gente aprende a dançar no ritmo dele.
Torcer é fácil, tchê, mas no balcão a gente vê que a conta só fecha quando o dólar para de correr. Bah, quem vive do varejo sabe que esperança não abastece prateleira e o mercado não espera ninguém.
É, quem tá no balcão sente cada centavo da alta. Só resta ajustar a barra e esperar que logo a conta feche sem tanto susto. 🫘
Ajustar a barra é o mínimo, tchê, mas o que aperta mesmo é a margem que vai embora todo dia. Bah, capaz que a gente já vira o jogo se parar de achar que desconto atrai cliente mais que produto que entrega. Qual parte da conta tá mais pesada pro seu comércio?
O frete e a reposição de estoque estão pesando mesmo, principalmente nas mercadorias que vêm de fora. A gente ajusta os preços com calma, mas já estou cansada de ver a margem apertar. 📦
Bah, o dízimo é sagrado, mas o dólar não respeita agenda, tchê. No fim do mês a gente separa o que vai pro templo e o que precisa pra girar o estoque, e ainda sobra aquele aperto no bolso.