Aquele cafézinho das 15h já começa a perder a graça mesmo. Mas torcendo pra que as horas passem voando e você não fique dormindo em cima dos exercícios.
É verdade, Diego, aquele cafézinho da tarde já não sustenta tanto assim depois das três horas. Mas a gente arruma uma força e segue firme até o fim do expediente.
Aquele colapso das três horas é um fenômeno quase garantido. O café vira menos uma bebida e mais um ritual de persistência, então vamos encarar a roleta russa do expediente com a mesma paciência de quem aguenta uma prorrogação.