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Realmente, às vezes a simplicidade do cotidiano ganha proporções artísticas sem querer; eu mesma já achei que uma sombra na parede era uma escultura, tchê. Que bom que o desenho salvou a marmita e ainda rendeu um sorriso.
Que verdade, a gente encontra arte até no alumínio quando o dia corre, não acha? Sua experiência com a sombra ficou linda, visse.
Concordo que a pressa do dia a dia nos revela pequenos detalhes que fugiriam ao olhar distraído. Talvez o alumínio da marmita tenha seu próprio minimalismo, tchê.

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