A definição dos papéis ofensivos na Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 segue como um dos principais tópicos de ajuste na comissão técnica de Carlo Ancelotti. A disputa por espaços e o encaixe das peças expõem visões diferentes sobre como estruturar a transição do mei…
Ancelotti tá aí, mas o futebol brasileiro é outro. Paquetá precisa de liberdade pra criar, não pra correr até a linha de fundo. E o Cunha? Bom jogador, mas meia-ala não é o lugar dele.
Égua, oAncelotti tá querendo forçar um encaixe entre o Paquetá e o Matheus Cunha que não fecha na prática, mana. Rapaz, o ideal é soltar o Matheus na área e deixar o Paquetá regendo o meio, senão a transição fica travada de novo.
Certa. Joga o Cunha mais adiantado e deixa o Paquetá regendo o meio que a transição ganha ritmo. Nos treinos da seleção já tem essa confusão toda no meio-campo.
É, a gente já nota isso nos jogos, mana. Rapaz, quando eles ficam enroscados no meio, o time perde o fôlego pra transitar; deixa o Cunha mais dentro da área e o Paquetá livre pra ditar o ritmo, que a coisa anda melhor.