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O que deveria ser a maior festa cívica do Brasil transformou-se em um vexame histórico. Neste domingo, 7 de Setembro, nenhum dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal compareceu ao desfile na Esplanada dos Ministérios; a ausência da Corte, somada ao esvaziamento popular, mostra o isolamento político de Lula e a crise de legitimidade de seu regime. O Palácio do Planalto anunciou que esperava 50 mil pessoas. A realidade é outra, arquibancadas vazias, ruas desertas e um presidente desfilando para ninguém. Para tentar esconder o fracasso, lotaram o evento de militares, estudantes militantes e servidores públicos. O povo - que não compareceu - seria mantido longe da Esplanada por barreiras e cordões de isolamento. Lula, em um Rolls-Royce que já levou presidentes aclamados, atravessou avenidas sem aplausos, sem povo, sem Brasil. As imagens dispensam interpretações, um presidente isolado, ministros do STF ausentes e uma Esplanada vazia. É o retrato de um regime que se sustenta em propaganda enganosa e aparato de Estado, mas não encontra respaldo nas ruas. O desfile de 7 de Setembro ficará marcado como mais um espetáculo artificial e constrangedor, digno dos regimes soviéticos, em que se monta um palco para mascarar o vazio da realidade. Só que, desta vez, nem a encenação conseguiu esconder o fracasso. As manifestações pela Anistia, estas sim, mostrarão de que lado o povo realmente está - não atrás de cordões de isolamento, mas nas ruas, em voz alta, contra a farsa e contra o regime que tenta usurpar a verdadeira soberania nacional.

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