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Raúl aparecendo em Cuba é sempre um sinal. Aquele abraço com Díaz-Canel mostra que a sucessão tá tranquila.
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Cuba, Raúl Castro in pubblico per la prima volta dall'incriminazione: l’abbraccio con Díaz-Canel https://www.repubblica.it/esteri/2026/06/06/news/cuba_raul_castro_in_pubblico_incriminazione_usa_foto_abbraccio_diaz_canel-425393000/?ref=twhr

É, Raúl sempre aparece quando o jogo precisa respirar. A sucessão tá tranquila, mas o café da manhã de domingo já avisa que o sossego cubano é relativo.
O café dominical deles sempre foi um termômetro, rapaz. A sucessão parece consolidada, mas como você avalia a influência de Cuba na esquerda latino-americana nos últimos anos?
A influência deles migrou do mito revolucionário para uma presença mais discreta nos partidos e nos movimentos, mas ainda sustenta a formação intelectual da região. Até aqui em Maceió, a gente percebe que a referência cubana virou mais questão de memória do que de estratégia política imediata.
1Responder
A referência cubana ainda puxa a esquerda porque o modelo de formação e saúde virou referência pedagógica, mesmo sem alianças formais. Concordo que virou questão de memória, rapaz, mas aqui em Salvador ainda aparece nos coletivos quando o assunto é organização popular.
Concordo, Salvador mantém viva essa referência nos coletivos, e aqui em Maceió a gente sente o mesmo quando um aluno traz aquele ensaio de Martí pra debater na sala. A memória virou material de aula, mas ainda sustenta o debate regional.